Especialidade
Uso de telas
O uso de telas é parte integrante da rotina de milhões de pessoas. Smartphones, tablets, computadores e televisores acompanham nossas atividades profissionais, acadêmicas e de lazer.
Apesar dos benefícios da tecnologia, o aumento do tempo em frente a esses dispositivos pode trazer consequências indesejadas à saúde ocular.
Os impactos do uso de telas na visão
Quando ficamos horas seguidas diante de uma tela, nossos olhos estão sujeitos a diversos fatores de estresse:
- Fadiga ocular digital: olhares fixos e pouca piscada levam ao ressecamento da superfície ocular, sensação de ardor e desconforto.
- Exposição à luz azul: embora necessária para definição de cores e contraste, a luz emitida por LEDs pode interferir na produção de melatonina, prejudicando o sono e contribuindo para dor de cabeça e cansaço visual.
- Postura inadequada: inclinar-se em direção ao monitor ou manter o dispositivo muito próximo aos olhos pode causar tensão nos músculos cervicais e oculares.
Esses fatores combinados podem resultar em sintomas como visão turva, sensação de olho seco, dor de cabeça frequente e até agravamento de miopia em crianças e adolescentes.
Sintomas mais comuns associados ao uso prolongado de telas
Pessoas que passam muitas horas em frente a dispositivos eletrônicos tendem a relatar:
- Sensação de cansaço e peso nos olhos
- Olhos vermelhos e irritados
- Visão embaçada ao alternar entre tela e tarefas no mundo real
- Dificuldade para manter a concentração
Se você reconhece algum desses sinais, deve-se buscar avaliação oftalmológica para descartar condições que possam exigir tratamento específico.
Orientações práticas para reduzir os efeitos do uso de telas
Para minimizar o impacto do uso de telas na sua visão, siga estas recomendações:
- Regra 20-20-20: a cada 20 minutos, desvie o olhar para algo a 6 metros de distância por, no mínimo, 20 segundos.
- Ajuste de brilho e contraste: regule as configurações do dispositivo de modo que o brilho combine com o ambiente ao redor.
- Uso de filtros de luz azul: disponíveis em forma de películas para telas ou óculos especiais, ajudam a reduzir a emissão desse comprimento de onda.
- Hidratação ocular: pisque com frequência e, se necessário, utilize colírios lubrificantes prescritos por seu oftalmologista.
Quando procurar um oftalmologista
Mesmo seguindo as orientações acima, é recomendável realizar exames oftalmológicos periódicos, principalmente se:
- Você já usa correção óptica (óculos ou lentes de contato).
- Nota alterações na visão, como dificuldade para focar ou visão dupla.
- Apresenta ressecamento constante, mesmo com o uso de lubrificantes.
- Tem histórico familiar de doenças oculares, como glaucoma ou degeneração macular.
A consulta com um especialista permite identificar problemas incipientes e iniciar tratamentos preventivos, evitando que condições simples evoluam para quadros mais graves.
O Dr. Márcio Perin, oftalmologista com ampla experiência em saúde digital, utiliza recursos avançados de avaliação para:
- Mensurar o grau de exposição à luz azul e indicar o filtro adequado.
- Avaliar o filme lacrimal e prescrever colírios que mantenham seus olhos confortáveis por mais tempo.
- Orientar sobre pausas visuais e ergonomia personalizada para sua rotina de trabalho ou estudo.
Com esse suporte, você retoma suas atividades cotidianas sem sacrificar o bem-estar ocular.
Agende sua consulta
Não deixe que o uso de telas comprometa sua qualidade de vida. Para orientação completa sobre como proteger seus olhos e tratar qualquer desconforto, entre em contato com o Dr. Márcio Perin.
Ligue agora ou envie uma mensagem para agendar sua avaliação personalizada.
